sábado, 9 de fevereiro de 2019

O Fotógrafo Aldiro: As Imagens Históricas do Alto dos Coelhos.

João de Sousa Lima, JoséAldiro e Deyvinho


     José Aldiro foi o primeiro fotógrafo do Distrito Alto dos Coelhos, Agua Branca, Alagoas.
    Começou a fotografar os costumes do seu povo ainda na década de 70.
    Com sua máquina "Olimpus Trip 35, nº 1788509, made in Japan, registrou  milhares de fotografias das Missões Religiosas, vaquejadas, desfiles, festas, aniversários, batizados, casamentos...
     Hoje suas fotografias se transformaram no mais importante documento visual do seu povo.
Homens dessa envergadura que deixam para a posteridade as marcas indeléveis de suas infindas histórias.






































































































































sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

1ª Cia. de Infantaria - soldado Sousa Lima, Nº 145 - 2º Pelotão de Fuzileiros: 36 anos depois.



   
 
                                36 anos depois de servirmos na 1ª Cia. de Infantaria, Eu, Jackson, Falcão, Laércio e Pereira nos encontramos para relembrarmos fatos vividos em nossa turma de 1983. foi esse ano o mais duro em instruções e também o mais marcante naquela companhia.
até hoje somos conhecidos como "A FAMOSA TURMA DE 83".

Muito me orgulha ter servido a minha Pátria e hoje além de exibir em minha sala o diploma de Honra ao Mérito, ainda tenho o Diploma de Amigo da 1ª Cia de Infantaria e amigo da 6ª Região Militar.
abaixo segue um pouco de história desse grupo e também da 1ª Cia. de Infantaria.

Paulo Afonso em 08 de fevereiro de 2019
João de Sousa Lima
Soldado Sousa Lima, Nº 145, 2º Pelotão de Fuzileiros.




                                  1ª CIA. DE INFANTARIA
36 ANOS DEPOIS.
“EM HOMENAGEM AO SOLDADO FALCÃO”


     A 1ª Cia. De Infantaria foi criada pela Portaria 54-47-Res, de 29 de abril de 1954, tendo como destino a região da Usina Hidrelétrica do São Francisco.
    Organizada em 07 de fevereiro de 1955, no quartel do 19º BC, tendo como Comandante nomeado o Capitão Teófilo Benedito Ottoni e incorporando 24 conscritos.
Em 25 de janeiro de 1957 embarcou para Paulo Afonso, o 1º contingente que deveria permanecer guardando as instalações da companhia, constituído por 01 3º sargento, 02 cabos e 10 soldados.
E 24 de fevereiro de 1958 assumiu o comando o Capitão Inf. Jayro Salgado Ramos.
Em 10 de abril de 58 o 1º Pelotão de Fuzileiros da 1ª Cia. Ind Fuzileiros desloca-se para Paulo Afonso, ampliando o efetivo da OM nessa região, comandada pelo tenente Geraldo Rodrigues dos Santos.
Em 01 de junho de 1958 a Companhia recebe autonomia Administrativa, ainda nas instalações do 19º BC.
Palavras do comandante da Companhia por ocasião da conquista de Autonomia Administrativa, publicadas no Boletim Interno nº 1 da Cia. Ind Fuzileiros:

“Meus camaradas”! A nossa Companhia vinha até agora, integrada ao 19º BC (Batalhão Pirará) oriundo, dessa unidade de elite do Exército Brasileiro, os ensinamentos fornecidos por sua oficialidade estudiosa e a experiência de uma longa existência, onde o passado histórico, pontilhado de grandes serviços prestados à Pátria é um repositório de exemplos de bravura, civismo e dedicação.
    D´agora por diante, marcharemos sós. O amor à Companhia demonstrado, mais uma vez, por todos, constituirá, de certo, força mais que suficiente para vencer, com equilíbrio e rapidez, as dificuldades iniciais da instalação.
    Soldados de Paulo Afonso!
    O majestoso São Francisco nos espera, para nos acolher em suas margens. “E naquele longínquo rincão brasileiro, a nossa companhia há de cumprir a missão que lhe foi confiada”.
Cap. Inf. JAYRO SALGADO RAMOS

    Em 03 de outubro de 1958, pela primeira vez como unidade independente, a companhia foi empregada na manutenção da ordem durante o pleito eleitoral nas seguintes localidades do interior da Bahia:
Cipó, Paulo Afonso, Glória, Ribeira do Pombal, Paripiranga e Cícero Dantas.
Em 01 de julho de 1960, a companhia desloca-se para Paulo Afonso, por rodovia, com todo seu efetivo, para ocupar sua sede definitiva, chegando ao destino às 18h e 30 minutos do dia 02 de julho.

      A 1ª Cia. De Infantaria participou e participa de várias ações sociais e na cidade e nas adjacências.
      A seleção anual dos novos conscritos dá a chance à juventude de ter acesso a um soldo como se fosse o primeiro salário e um primeiro emprego e, ainda, a oportunidade de servir ao seu país.
     Eu tive a oportunidade de servir o exército brasileiro na 1ª Cia de Infantaria, no ano 1983. Um ano que nunca esqueci. Todos comentam até hoje que foi o ano mais duro em termos de instruções. Por anos ficou e permanece a fama da “TURMA DE 83”.
Fui o soldado 145, Sousa Lima, do 2º Pelotão de Fuzileiros.
No ano de 2004, quando a 1ª Cia. de Infantaria completou 50 anos de história, a câmara de Vereadores de Paulo Afonso em parceria com a 1ª Cia de Infantaria trouxe o 1º comandante, o senhor Jayro Salgado Ramos e fizeram uma justa homenagem a esse valoroso militar.
O amigo e então vereador, presidente da câmara, Dr. João Lima, me convidou para participar da homenagem ao comandante Jayro e pude nesse dia falar pra ele da importância que era a 1ª Cia. pra essa região. Esse encontro ficou registrado em várias fotografias.
Dentre os tantos “Irmãos de Armas” lembro sempre de Jair, Ivo, Magno, Martins, Correia, Tavares, Silva, Humberto, Aldênio, Márcio, Henrique, Barbosa, Dimas, Jackson, Luiz Antônio, Sandes, Napoleão, Antônio, Medeiros, Hermany, Monteiro, Paulo Souza, Neves, Pionório, João, Donato, Hélio, Jorge, Carvalho, Soares, Iraildo, Arcanjo, Pedro Gomes, De Souza, Inocêncio, Arnaldo, Ramos, Varjão, Cleomir, Nivaldo, Melo, Cabral, Rivaldo, Paz, Leonel e principalmente de Lima (hoje subtenente) e Falcão.
Lima era do mesmo pelotão que eu e estávamos sempre juntos quando das instruções, dos esportes, marchas, acampamentos, ordens unidas e nos duros testes de sobrevivência.
Agora em 2014, quando completou 31 anos que servimos ao exército, reuni alguns amigos que fizeram parte da 1ª Cia. de Infantaria, no ano de 1983. Reunimo-nos eu, Barbosa, Correia, Donato, Lima, Salvador e Falcão.
Em uma tarde memorável relembramos fatos, revivemos histórias e celebramos a oportunidade de ter vivido essa página da história da 1ª Cia. De Infantaria.
     Nos esportes, sem sombras de dúvidas, o maior atleta foi o soldado Falcão. Ele era campeão em todas as modalidades. Um excelente esportista. Campeão em salto em altura, a distância, arremesso de pesos, futebol, voleibol e corrida. Era um guerreiro incansável nas instruções.
O sonho de Falcão era permanecer no exército, ser sargento, seguir carreira. O próprio comandante, o major Leonardo de Andrade, dizia que queria Falcão como sargento.
Infelizmente Falcão não pode realizar seu sonho. Por truculência de um sargento, teve uma pequena falha levada ao extremo de uma parte no livro de ocorrências que resultou em seu desligamento na 1ª baixa.
Falcão continuou sendo um dos grandes atletas da cidade, onde todos o conhecem por Paulão, jogador da seleção de Paulo Afonso por mais de 15 anos, campeão intermunicipal e campeão várias vezes, em todos os times que atuou.
Falcão foi sempre o encarregado de reunir os reservistas e todo ano, no dia 16 de dezembro, ele promove o encontro dos Irmãos de Armas.
No dia destinado aos reservistas Paulão se transforma no soldado Falcão e veste com orgulho e honra a farda Verde Oliva, marcha com fulgor, em passos firmes, pisando forte o chão da 1ª Cia. de Infantaria, chão que tantas vezes percorreu, como orgulhoso atleta e soldado, em ido ano de 1983.

João de Sousa Lima
Paulo Afonso, Bahia,

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

DOCUMENTÁRIO: LAMPIÃO: OS ÚLTIMOS DIAS DO REI DO CANGAÇO



Lampião: Os Últimos Dias do Rei do Cangaço.
um vídeo documentário traçando o último momento do cangaceiro mais famoso do Nordeste Brasileiro
dia 23 na Casa da Cultura em Paulo Afonso,  Bahia, as 19:00 hrs
participem, assistam, divulguem

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Durvalina Gomes de Sá, a cangaceira Durvinha - a amizade com o escritor João de Sousa Lima: Momentos vividos e eternizados



     Durvalina Gomes de Sá foi uma cangaceira nascida no povoado Arrasta Pé, seu apelido no cangaço era Durvinha, nascida em 1915.
Sua residência foi muito visitada por Lampião e seus sub grupos e nessas passagens, em 1930, ela já apaixonada, seguiu o cangaceiro Virgínio.
viveu a vida atribulada do cangaço, sofreu perseguições e foi ferida em combate, viu morrer ao seu lado, o companheiro Virgínio. passou a viver com o cangaceiro Moreno e com ele fugiu do cangaço em 1940.
Reconstruíram a vida no estado de Minas Gerais, mais precisamente na cidade de Augusto de Lima.
Depois de 66 anos vivendo escondidos, nada comentando do tempo em que foram cangaceiros, tiveram coragem e contaram o segredo que por tantos anos esconderam.
pude conviver com eles e passei 46 dias em sua residencia em Belo Horizonte, Esmiuçando  seus segredos no cangaço, dessa pesquisa nasceu o livro: Moreno e Durvinha, sangue, amor e fuga no cangaço.
com eles eu fiz várias viagens Brasil à fora. realizamos várias entrevistas pra canais de TV, revistas, jornais, livros, rádios e periódicos.
estivemos em vários eventos do cangaço, participamos de filmes e documentários.
 Vivemos momentos marcantes e inesquecíveis.
Durvinha foi uma figura marcante em meu coração e hoje só restam boas lembranças daquele tempo.
Nuca a esquecerei e guardo além de outras coisas, seus segredos comigo.
beijo no coração e nunca deixarei de te amar.
João de Sousa Lima
























quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

as trilhas do cangaço em paulo Afonso com os amigos Wasterland, Sandro Lee e Itamar...




   Ontem eu, Wasterland, Sandro Lee e Itamar fizemos um longo trajeto seguindo as trilhas do cangaço em Paulo Afonso: Visitamos a casa da Cangaceira Lidia, no povoado Salgadinho, depois seguimos para o local da morte de Antonio Curvina e fomos povoado Juá onde tomamos um farto café com amiga Peda, que é filha do cangaceiro Zé Gato.
na parte da tarde rumamos para o povoado malhada da Caiçara para visitarmos o Museu Casa de Maria Bonita...       .... foi um dia bastante proveitoso na presença dos amigos e nas trilhas das histórias infindas do cangaço na região.















quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

A Cachoeira de Paulo Afonso, por João de Sousa Lima - www.joaodesousalima.blogspot.com



     
A CACHOEIRA NA VISÃO DOS ARTISTAS.

    Dentre os grandes poetas brasileiros a cachoeira de Paulo Afonso serviu de tema na poesia de Castro Alves.
"O livro A Cachoeira de Paulo-Affonso foi publicado após a morte de Castro Alves. Foi publicado pela Imprensa Econômica, Bahia, em 1876.
Sete anos antes da publicação da sua obra principal, Os Escravos. [...] Para Afrânio Peixoto, A Cachoeira de Paulo-Affonso é a parte final dos Escravos, porque assim o desejava o autor. [...] A obra é composta de 33 poemas de metros e tamanhos variados que, no seu conjunto, constituem uma seqüência narrativa, emoldurada por quadros que fixam aspectos e momentos da natureza brasileira. Ruy Barbosa, que fez a primeira crítica, destaca os primores de descritiva das paisagens e dos tipos rústicos. Com efeito, a tragédia íntima da escravidão se desenrola dolorosa e inconsolável no cenário da bela cachoeira, imenso palco, digno de tamanha dor."

Antônio Frederico de Castro Alves foi um importante poeta brasileiro do século XIX. Nasceu na cidade de Curralinho (Bahia) em 14 de março de 1847.
 No período em que viveu (1847-1871), ainda existia a escravidão no Brasil. O jovem baiano, simpático e gentil, apesar de possuir gosto sofisticado para roupas e de levar uma vida relativamente confortável, foi capaz de compreender as dificuldades dos negros escravizados.
 Manifestou toda sua sensibilidade escrevendo versos de protesto contra a situação a qual os negros eram submetidos. Este seu estilo contestador o tornou conhecido como o “Poeta dos Escravos”. 
 Aos 21 anos de idade, mostrou toda sua coragem ao recitar, durante uma comemoração cívica, o “Navio Negreiro”. A contra gosto, os fazendeiros ouviram-no clamar versos que denunciavam os maus tratos aos quais os negros eram submetidos. 
 Além de poesia de caráter social, este grande escritor também escreveu versos lírico-amorosos, de acordo com o estilo de Vítor Hugo. Pode-se dizer que Castro Alves foi um poeta de transição entre o Romantismo e o Parnasianismo. 
Este notável escritor morreu ainda jovem, antes mesmo de terminar o curso de Direito que iniciara, pois, vinha sofrendo de tuberculose desde os seus 16 anos.
 Apesar de ter vivido tão pouco, este artista notável deixou livros e poemas significativos.
Abaixo segue a poesia que fala daCachoeira de Paulo Afonso:

A cachoeira

MAS SÚBITO da noite no arrepio
Um mugido soturno rompe as trevas...
Titubantes — no álveo do rio —
Tremem as lapas dos titães coevas!...
Que grito é este sepulcral, bravio,
Que espanta as sombras ululantes, sevas?...
É o brado atroador da catadupa
Do penhasco batendo na garupa!...

Quando no lodo fértil das paragens
Onde o Paraguaçu rola profundo,
O vermelho novilho nas pastagens
Come os caniços do torrão fecundo;
Inquieto ele aspira nas bafagens
Da negra sucuruiúba o cheiro imundo...
Mas já tarde silvando o monstro voa...
E o novilho preado os ares troa!




Então doido de dor, sânie babando,
Co'a serpente no dorso parte o touro...
Aos bramidos os vales vão clamando,
Fogem as aves em sentido choro...
Mas súbito ela às águas o arrastando
Contrai-se para o negro sorvedouro...
E enrolando-lhe o corpo quente, exangue,
Quebra-o nas roscas, donde jorra o sangue.


Assim dir-se-ia que a caudal gigante
— Larga sucuruiúba do infinito —
Co'as escamas das ondas coruscante
Ferrara o negro touro de granito!...
Hórrido, insano, triste, lacerante
Sobe do abismo um pavoroso grito...
E medonha a suar a rocha brava
As pontas negras na serpente crava!...

Dilacerado o rio espadanando
Chama as águas da extrema do deserto...
Atropela-se, empina, espuma o bando...
E em massa rui no precipício aberto...
Das grutas nas cavernas estourando
O coro dos trovões travam concerto...
E ao vê-lo as águias tontas, eriçadas
Caem de horror no abismo estateladas...

A cachoeira! Paulo Afonso! O abismo!
A briga colossal dos elementos!
As garras do Centauro em paroxismo
Raspando os flancos dos parcéis sangrentos.
Relutantes na dor do cataclismo
Os braços do gigante suarentos
Agüentando a ranger (espanto! assombro!)
O rio inteiro, que lhe cai do ombro.

Grupo enorme do fero Laocoonte
Viva a Grécia acolá e a luta estranha!...
Do sacerdote o punho e a roxa fronte...
E as serpentes de Tênedos em sanha!...
Por hidra — um rio! Por áugure — um monte!
Por aras de Minerva — uma montanha!
E em torno ao pedestal laçados, tredos,
Como filhos — chorando-lhe — os penedos!



  





     Inúmeros poemas e versos enalteceram a Cachoeira de Paulo Afonso, o Rei do Baião, o famoso Luiz Gonzaga, que realizou dezenas de shows nessa cidade, fez com Zé Dantas, a música Paulo Afonso, retratando o Rio, o trabalho árduo dos cassacos nas escavações das rochas, o progresso e a Cachoeira:

 “Olhando pra Paulo Afonso
Eu louvo nosso engenheiro
Louvo o nosso cassaco
Caboclo bom verdadeiro
Vejo o Nordeste
Erguendo a bandeira
De ordem e progresso
A nação brasileira
Vejo a indústria
Gerando riqueza
Findando a seca
Salvando a pobreza
Ouço feliz mensageiro
Dizendo na força da CACHOEIRA
O Brasil Vai, o Brasil vai”


   






 Outros renomados autores e escritores escreveram sobre a cachoeira, a exemplo do compositor Ary Lobo, o poeta Olavo Bilac e tantos outros.
 Um dos relatos interessantes e que foi deixada pela cangaceira Dadá foi de ter visto o dirigível Zeppelin cruzando próximo a cachoeira de Paulo Afonso, lembrando também que por várias vezes, Corisco ficava apreciando, pelo lado alagoano e de longe, as quedas da cachoeira.

    A Cachoeira de Paulo Afonso, tão explorada, adorada, admirada e fotografada por sua grandeza, tão desejada por seu poderio econômico e tão visitada por sua beleza, sendo um dos grandes atrativos turísticos  do nordeste brasileiro, atraindo imensas massas de turistas de toda parte do mundo, hoje, sucumbiu em nome do progresso e só a vemos em filetes de águas quase imperceptíveis, córregos ínfimos entre fendas das rochas que o tempo abriu diante da magnitude de suas águas que correram no passado, por séculos e séculos a fio, lapidando e arredondando as formas pontiagudas das pedras que agora só escutam  os sons das águas rolando em turbilhões poderosos quando as chuvas se precipitam do norte de Minas e de seus inúmeros afluentes, ao longo de um Rio agonizante, sem esperança, castigado pela mão do homem, que se acha sábio e destrói a natureza, perfeita obra divina.
Resta-nos só esperança e o sonho de ver outra vez o Rio São Francisco em sua magnitude e o roncar da Cachoeira de Paulo Afonso rasgando as fendas das pedras que hoje aprisionam seu lento trajeto.


João de Sousa Lima
Escritor, Membro da ALPA- Academia de Letras de Paulo Afonso, Cadeira nº 06.
Paulo Afonso, 13/12/2018

para saber mais sobre a cachoeira de Paulo Afonso leia o livro "A CACHOEIRA DE PAULO AFONSO: UM DOSSIÊ HISTÓRICO"