quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
MULHERES CANGACEIRAS - NOVO LIVRO DO ESCRITOR JOÃO DE SOUSA LIMA- LANÇAMENTO EM MAIO DE 2017
EM MARÇO SERÁ LANÇADO NOVO LIVRO (MULHERES CANGACEIRAS: A ESSÊNCIA FEMININA COMO QUESTÃO DE GÊNERO).
ESSE SERÁ O 8ª LIVRO DO ESCRITOR E HISTORIADOR JOÃO DE SOUSA LIMA SOBRE O TEMA CANGAÇO.
PARA ADQUIRIR: 75-988074138
joaoarquivo44@bol.com.br
LANÇAMENTO PREVISTO PARA MAIO DE 2017
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Major Kauê, comandante da 1ª Cia. de Infantaria visita Casa da Cultura
Visitou a Casa da Cultura nessa sexta feira dia dia 03 de janeiro de 2017, o comandante da 1ª Cia. de Infantaria, o Major Kauê.
Kauê que é um dos mais destacados jovens Oficiais do Exército Brasileiro, assumiu o comando das mãos do major Barroso Magno e vem consolidando junto a sociedade as diversas parcerias para o bom andamento da comunidade.
no momento o major foi recepcionado pelo coordenador da Casa da Cultura João de Sousa Lima e os membros do IGH- Instituo Geográfico e Histórico, professores Gilson e Inácio.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
RODELAS, BAHIA- IMAGENS ANTIGAS E HISTÓRICAS

Histórico
Rodelas
Bahia
Histórico
O Município de Rodelas, nos primórdios da colonização do Brasil, fazia parte da rota migratória dos índios (nômades) que partiam do Estado do Piauí e finalizavam a caminhada na região zorobabel (Município de Rodelas).
A colonização do município data do século XVI, com a chegada da missão francesa (frades capuchinhos) no Rio São Francisco. Data também dessa época, a presença da tribo Tuxá, já permanentemente vivendo na região, onde se encontrava a velha cidade de Rodelas.
Logo após a chegada dos frades capuchinhos, o Município de Rodelas, parte integrante da Casa Torres D Ávila, começou a receber os brancos colonizadores e os negros fugitivos, principalmente da Zona da Mata de Pernambuco, que iniciaram o povoamento em torno da pequena capela construída pelos frades.
Segundo pesquisas, o nome Rodelas originou-se do bravo índio Francisco Rodelas, que batizado e catequizado com duzentos homens da sua tribo, da região da grande Volta do Rio (Município de Rodelas), destacou-se pela bravura na batalha de Guararapes lutando contra o invasor holandês.
Gentílico: rodelense
Formação: Administrativa
Distrito criado com a denominação de Rodelas, pela Lei Municipal nº 18, de 29-04-1922, aprovada pela Lei Estadual nº 1582, de 17-08-1922, subordinado ao Município de Santo Antônio da Glória
Pelos decretos leis estaduais nº 7455, de 23-06-1931 e nº 7479, de 08-07-1931, o Município de Santo Antônio da Glória tomou a denominação de simplesmente Glória.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Distrito de Rodelas figura no Município de Glória (ex- Santo Antônio da Glória).
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela Lei Estadual nº 2764, de 30-12-1962, desmembra do Município de Glória o distrito de Rodelas. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2010.
Bahia
Histórico
O Município de Rodelas, nos primórdios da colonização do Brasil, fazia parte da rota migratória dos índios (nômades) que partiam do Estado do Piauí e finalizavam a caminhada na região zorobabel (Município de Rodelas).
A colonização do município data do século XVI, com a chegada da missão francesa (frades capuchinhos) no Rio São Francisco. Data também dessa época, a presença da tribo Tuxá, já permanentemente vivendo na região, onde se encontrava a velha cidade de Rodelas.
Logo após a chegada dos frades capuchinhos, o Município de Rodelas, parte integrante da Casa Torres D Ávila, começou a receber os brancos colonizadores e os negros fugitivos, principalmente da Zona da Mata de Pernambuco, que iniciaram o povoamento em torno da pequena capela construída pelos frades.
Segundo pesquisas, o nome Rodelas originou-se do bravo índio Francisco Rodelas, que batizado e catequizado com duzentos homens da sua tribo, da região da grande Volta do Rio (Município de Rodelas), destacou-se pela bravura na batalha de Guararapes lutando contra o invasor holandês.
Gentílico: rodelense
Formação: Administrativa
Distrito criado com a denominação de Rodelas, pela Lei Municipal nº 18, de 29-04-1922, aprovada pela Lei Estadual nº 1582, de 17-08-1922, subordinado ao Município de Santo Antônio da Glória
Pelos decretos leis estaduais nº 7455, de 23-06-1931 e nº 7479, de 08-07-1931, o Município de Santo Antônio da Glória tomou a denominação de simplesmente Glória.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Distrito de Rodelas figura no Município de Glória (ex- Santo Antônio da Glória).
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela Lei Estadual nº 2764, de 30-12-1962, desmembra do Município de Glória o distrito de Rodelas. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2010.
Fonte
IBGE
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
HÁ 100 ANOS ERA ASSASSINADO O EMPRESÁRIO DELMIRO GOUVEIA -www.joaodesousalima.com.br
Nesse ano de 2017, em outubro, fará 100 anos que Delmiro Gouveia foi assassinado. Sua morte até hoje é um grande mistério e várias histórias permeiam esse fatídico dia. Várias hipóteses foram levantadas, vários pesquisadores tentaram chegar a um veredicto e nada de concreto ficou quanto a responsabilidade de quem seria o mandante do crime.
A verdade é que em outubro de 1917 o nordeste e o Brasil perderam um dos maiores gênios da nossa indústria e comércio.
Delmiro Augusto da Cruz Gouveia nasceu no dia
05 de junho de 1863 na Fazenda Boa Vista, em Ipu, Ceará.
Filho de Delmiro Porfírio de Farias e
Leonilda Flora da Cruz Gouveia. Seu pai lutou como voluntário na Guerra do
Paraguai e não mais voltou. Sua mãe foi para o Recife e casou com o advogado
Meira Vasconcelos, seu patrão.
Em 1878, Delmiro ficou órfão de mãe e com
quinze anos arrumou seu primeiro emprego, como condutor e bilheteiro do bonde
que ia de Apipucos para o Recife. Em 1881, trabalhou como caixeiro. Em 22 de
agosto de 1883, casou-se com a filha do tabelião da cidade de Pesqueira,
interior de Pernambuco, Anunciada Cândida (Iaiá), com apenas treze anos de
idade.
Em
1889, passou a trabalhar para o americano John Sanford, intermediário de um
curtume da Filadélfia, que se instalou no Recife. Delmiro desenvolveu seu
inglês e se tornou o melhor empregado do curtume. Em 1892, assumiu a gerência
da filial, mas a empresa não atingiu o lucro esperado e terminou fechando.
Delmiro foi para Filadélfia, adquiriu as instalações do escritório e em 1895,
voltou como patrão. Mais uma vez a empresa fechou as portas.
Em 1898, instalou um Mercado Modelo no
terreno comprado ao Derby Club. Uma área de 129 metros de comprimento, 264
boxes com balcão de mármore. Delmiro manda erguer um palacete perto do mercado
e vai ali morar. Na época, o poder político em Pernambuco estava nas mãos de
Rosa e Silva, vice-presidente da República. Desligado dos políticos dominantes,
Delmiro era visto como ameaça aos grandes interesses agrícolas. Constantemente
tinha suas mercadorias apreendidas e recebia ameaça de morte. No dia 2 de
janeiro de 1900, seu mercado é incendiado e reduzido a cinzas. Delmiro é preso,
por ter agredido o vice-presidente. No dia seguinte um habeas corpus restitui
sua liberdade.
Delmiro Gouveia partiu para o próximo passo,
a exploração do potencial energético da Cachoeira de Paulo Afonso. Foram dois
anos de trabalho intenso e em 1913, é inaugurada a primeira Usina Hidrelétrica
do Nordeste. No dia 5 de junho, sua fábrica inicia a produção de fios e linhas
Estrela. Em pouco tempo exportava para o Peru e Chile. Foram abertas estradas,
construída uma vila operária, escolas e seus funcionários recebiam vários
benefícios. A Fábrica de Linhas Estrela era um modelo para a época.
Em Planejando construir ali uma fábrica de
linhas de costura - que até então eram importadas da Inglaterra, as
conhecidas Linhas Corrente, que monopolizavam o
mercado brasileiro - e apelando para ideais nacionalistas, nativistas e cívicos
então em voga, conseguiu do governo de Alagoas
concessões que incluíam o direito à posse de terras devolutas, isenção de
impostos para a futura fábrica, e permissão para captar energia da cachoeira de
Paulo
Afonso, além de recursos governamentais para ajudar na
construção de 520 quilômetros de estradas ligando Pedra a
outras localidades.[2][5] A
partir de 1912 iniciou a construção da fábrica de linhas e da Vila Operária da
Pedra, com mais de 200 casas de alvenaria. Em 26 de janeiro de 1913 inaugurou a
primeira hidroelétrica do Brasil com potência de 1.500 HP na
queda de Angiquinho. Em 1914 iniciou as atividades da nova fábrica sob a razão
social Companhia Agro Fabril Mercantil, produzindo as linhas com nome
comercial "Estrela" para o Brasil, e "Barrilejo" para o
resto da América Latina. Com preços muito abaixo das "Linhas
Corrente", produzidas na Inglaterra pela Machine
Cotton, que até então monopolizava o mercado de linhas de
costura em toda a América Latina,[5] logo
dominou o mercado brasileiro, e amplas fatias dos mercados latino-americanos.
O sucesso da empresa - que em 1916 já
produzia mais de 500.000 carretéis de linha por dia - chamou a atenção do
conglomerado inglês Machine
Cotton, que tentou por todos os meios comprar a fábrica. Por
motivos políticos e questões de terras, Delmiro Gouveia entrou em conflito com
vários coronéis da região, o que provavelmente,
Acabou sendo assassinado misteriosamente em Vila de Pedra (1917), município que hoje tem seu nome, aos 54 anos de idade, no terraço da sua casa, um crime que jamais foi esclarecido.
para conhecer mais a história leiam:
Angiquinho: 100 anos de História, Delmiro Gouveia, O Rio São Francisco e a Chesf.
para adquirir: joaoarquivo44@bol.com.br
75-988074138
www.joaodesousalima.com.br
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
SE MEU FUSCA FALASSE......www.joaodesousalima.blogspot.com
Uma das peças antigas de meu acervo e que mais admiro é um fusquinha 66 que adquiri em dezembro de 2016.
hoje ele é o xodó da família e estará em breve no museu do povo nordestino.
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